quinta-feira, julho 10, 2008
O fim último da vida não é a excelência!
o tempo para
sexta-feira, julho 04, 2008
napkin
Girissimo. Uma pastilha.Uma gota de água e temos uma camisola ou uma toalha....
experimente....e transforme com uma gota de água as suas pequenas coisas...em grandes!
Só as boas......:))))))))
quinta-feira, junho 05, 2008
vaguear pela Normandia...
Quando temos sómente amor para oferecer...e nos vestimos com ele logo pela manhã...percebemos também ...que o mundo está na palma da nossa mão...e é maravilhoso...
sábado, maio 31, 2008
"A cidade do Porto sofre de vários e complexos problemas na área da cultura, como é do conhecimento geral. No entanto, esta situação não é generalizável a todo o país. Efectivamente, Lisboa continua a usufruir de forma centralizada dos serviços de certas instituições culturais que deveriam fazer jus ao seu âmbito nacional, como, por exemplo, a Cinemateca Portuguesa, um organismo público suportado pelos contribuintes a nível nacional.
No Porto, é de grande interesse público a criação de uma extensão da Cinemateca, o que permitiria acabar com a carência de exibição cinematográfica sentida na cidade, ao nível da produção anterior à década de 90...."
Assinem em: http://www.petitiononline.com/Circuito/petition.html
sexta-feira, maio 30, 2008
Extensão da Cinemateca no Porto?
Escassa oferta de filmes anteriores a 1990 leva estudantes a exigir pólo da Cinemateca no Porto
29.05.2008,
Luís Miguel Queirós
Um grupo de oito estudantes de várias universidades do Porto lançou ontem um abaixo-assinado apelando à criação de um pólo da Cinemateca Portuguesa na cidade. O documento foi distribuído após a exibição, na Faculdade de Economia do Porto, do filme Os Cavaleiros do Asfalto, de Scorsese, que encerrou o projecto Circuito, um ciclo de cinema promovido pelo mesmos estudantes, cujas sessões - antecedidas por uma introdução - decorreram nos auditórios de diversas faculdades do Porto. A reivindicação de uma extensão da Cinemateca na segunda cidade do país é antiga, e ainda recentemente foi recuperada pelo socialista Francisco Assis, vereador da Câmara do Porto. Assis considerou "escandaloso" que a Cinemateca Portuguesa sirva apenas Lisboa e defendeu que a instalação de um pólo no Porto não implicaria custos financeiros elevados, uma vez que já existem infra-estruturas que poderiam servir esse propósito.
Na sequência destas declarações, Pedro Mexia, recentemente nomeado sub-director da Cinemateca, admitiu que gostaria de criar "uma colaboração com o Porto" e de "descentralizar" a instituição, mas acrescentou, então, que a ideia ainda não fora discutida internamente. O PÚBLICO tentou ontem ouvir a direcção da Cinemateca, que esteve incontactável durante toda a tarde.
O que este grupo de estudantes - ligados aos cineclubes que funcionam em algumas faculdades do Porto - argumenta é que a progressiva deterioração da oferta de cinema no Porto, sobretudo de filmes anteriores a 1990, justifica que se "recoloque esta questão na ordem do dia" e se "apele a quem tem o poder de decidir para que tome medidas urgentes". Num extenso documento que serve de apoio à petição agora lançada - e que está disponível no blogue "circuitocinema" -, os respectivos subscritores chamam a atenção para o facto de, nos últimos dois anos, terem sido exibidos no Porto apenas 79 filmes anteriores a 1990.
Um número que desce para metade se excluirmos o Fantasporto, e que se reduziria a uma dúzia se não fossem as sessões promovidas pela Fundação de Serralves, onde os filmes, afirma o documento, são frequentemente projectados com "problemas graves ao nível da qualidade de imagem, som e legendagem". A escassa oferta restante fica a dever-se à Medeia Filmes, que exibe ocasionalmente filmes antigos no Teatro do Campo Alegre e nos cinemas do centro comercial Cidade do Porto, e à actividade dos cineclubes universitários.
O documento sugere que se comparem estes números com os 117 filmes anteriores a 1990 que a Cinemateca exibiu em Lisboa só durante o passado mês de Abril. Os estudantes lembram que o Porto já foi, entre os anos 50 e 70 do século passado, um dos grandes centros de cinefilia a nível europeu e que isso "permitiu a uma geração, que hoje se encontra na faixa etária dos 50 aos 70 anos, crescer com o cinema, sendo o conhecimento profundo desta arte um dos mais fortes pilares da sua cultura geral".
O documento sublinha que a Cinemateca é uma instituição nacional, financiada pelos contribuintes de todo o país, e que está obrigada, pela lei que a constituiu, a "promover o conhecimento da história do cinema, contribuindo para o desenvolvimento da cultura cinematográfica". E considera que "existir uma instituição pública que exibe cerca de cinco filmes por dia numa única cidade portuguesa, quando nas restantes se chegam a passar vários meses sem que uma única película anterior à década de 1990 seja exibida, consubstancia uma situação ofensiva e intolerável".
terça-feira, maio 27, 2008
Abdellatif Kechiche, o segredo do cuscuz
Não consigo tecer comentários a este filme de uma beleza extraordinária.
Nem sequer consigo transmitir a emoção sentida. Apeteceu-me, apenas, deixar aqui o acto de dança sublime de uma quase mulher. Uma entrega de corpo e de alma a um amor sublime, não erótico,filial.
É um hino à mulher, à capacidade de entrega ,de dávida. O sensorial ao serviço da ternura e do carinho.
Lindo,lindo.
Está na cidade do Porto, para quem não quiser perder
imagine -John Lenon
Há quem ache pirosa....tá bem, mas eu gosto e gosto e.....sobretudo acredito.....
Imagine there's no heaven,
It's easy if you try,
No hell below us,
Above us only sky,
Imagine all the people
living for today...
Imagine there's no countries,
It isnt hard to do,
Nothing to kill or die for,
No religion too,
Imagine all the people
living life in peace...
Imagine no possessions,
I wonder if you can,
No need for greed or hunger,
A brotherhood of men,
imagine all the people
Sharing all the world...
You may say I'm a dreamer,
but Im not the only one,
I hope some day you'll join us,
And the world will live as one
segunda-feira, maio 19, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
quarta-feira, abril 30, 2008
sexta-feira, abril 18, 2008
para ti...que sei que não a dedicas a mim....:)))))))
domingo, abril 13, 2008
Uma segunda juventude -Francis Coppola
Magistral e inesquecível filme de Coppola...transporta-nos como Mestre que é para o mundo do Samadhi e todos os símbolos transcendentais. Conta-nos de uma forma europeia, a sabedoria transmitida há mais de cinco mil anos que o ocidente mal conhece.
Um homem atormentado pela busca interior do ser e da origem, que não alcança através do estudo, em desespero e descrença, procura o suicidio. Por um acaso - e haverá acasos? - é atingido por um raio e entra em samadhi....e, persegue o seu caminho de busca da origem do ser humano. A dualidade...o ser e não ser....a busca, o conhecimento. E, já perto é travado....pelo amor a um ser...o amor incondicional. Belissimo filme, de amor, esperança e a mensagem....todos fazemos parte de um todo.
Quem é Merceia Eliade que escreveu o livro?
".......Em 1945 mudou-se para Paris, onde conquistou uma posição na George Dumézil (uma importante escola de mitologia comparativa), divindindo seu tempo com a École des Hautes Études, na Sorbonne, onde ensinava religião comparada. Neste tempo, os trabalhos de Eliade foram escritos em francês.
A documentação que recolheu, especialmente a respeito do Yoga, tornou-se depois sua tese de doutoramento, publicada em francês, em 1936. A partir de então, Eliade adquiriu renome como professor de História das Religiões, tendo lecionado na Universidade de Bucareste, na École des Hautes Études de Paris, no Instituto do Extremo Oriente de Roma, no Instituto Jung de Zurique, na Universidade de Chicago. Foi também Doutor Honoris Causa de numerosas universidades de todo o mundo. Premiado em 1977 pela Academia Francesa, recebeu a Legião de Honra. "
WiKipedia
O que é Samadhi?:
"O estado de Yoga consiste mais em interromper a identificação com os padrões que a consciência assume do que em reprimir ou ”controlar” pensamentos ou sentimentos. Para adquirir a visão real de si próprio, o yogi precisa interromper essa identificação, que acontece em relação às dúvidas da mente, a sentimentos como atração e aversão, e aos julgamentos do ego.
“Uma vez que o jivanmukta, yogi tranquilo, obtiver o samadhi pela prática, e quando esse samadhi for dominado à vontade, permita-se então que ele tome posse de chaitanya, a consciência, junto com o alento e com a força (kriya shakti), conquiste os seis chakras e se absorva na força do Conhecimento (jñana shakti)”. III:67. "
A Hatha Yoga Pradipika descreve o samadhi nestes termos: “O yogi em samadhi não é atingido pelo processo do tempo (a morte), nem pelo fruto das ações (karma); nada nem ninguém pode afetá-lo”. IV:108.
“Aquele cuja mente não está nem desperta nem dormente, livre das lembranças e do esquecimento, para quem nada permanece quieto ou ativo, é realmente um libertado (jivanmukti)”. IV:110.
http://www.yoga.pro.br/artigos.php?cod=601&secao=3032
quinta-feira, abril 10, 2008
Scriabin
Mas, quem é Scriabin....
Eis o que diz a Wikipedia:
Alexander Nikolayevich Scriabin (em russo: Алекса́ндр Никола́евич Скря́бин) foi um compositor e pianista russo (Moscovo, 6 de Janeiro de 1872 - 27 de Abril de 1915). As suas principais influências foram Chopin e Richard Wagner.
A escrita de Scriabin terá as suas primeiras influências na música do romantismo tardio, especialmente no estilo de Chopin, sonoridade a que a sua primeira fase de composições se assemelha bastante. As formas que usa, aliás, são as mesmas: encontramos nocturnos, prelúdios, estudos e mazurkas. Posteriormente inspirado pelos impressionistas, pelo cromatismo de Liszt e Wagner, Scriabin foi personalizando e evoluindo o seu vocabulário musical, evolução que podemos seguir através das suas dez sonatas, das quais as últimas cinco dispensam já as armações de clave e revelam passagens claramente atonais. A harmonia convencional é substituída por sistemas de acordes construídos sobre intervalos invulgares (preferencialmente quartas) e a articulação é dissolvida, tomando muitas vezes uma forma de som em massa, em que os vários acontecimentos se cruzam e atropelam.
As suas composições mais célebres são duas obras orquestrais, o Poema do Êxtase (1908) e Prometeu (1910),peças em que pretendia suscitar no público uma espécie de êxtase místico, fortalecendo a interpretação com efeitos de iluminação nas salas de concertos. Em algumas obras, como Prometeu: Poema do Fogo (1913), utiliza jogos de cores, fazendo experiências com a sinestesia na relação de música e cores. Outros exemplos são o Poème divin (1905), Vers la flamme e o Poema do Êxtase (1908).
segunda-feira, março 24, 2008
o mundo dos afectos
Aqui... é bom estar, permanecer num mundo repleto de afectividade e ternura. É o tempo de inundar a memória de rostos e corpos dos jovens movimentando-se a sorrir, gargalhando do nada. De uma mesa repleta de doçura e sabores sensoriais. Da troca de olhares cumplices na memória de tantos encontros numa estrada da vida. O Manel a vincar os laços entre todos, com os seus cinco meses...abraçado,beijado, já abrindo o rosto num sorriso grande. A reflexão sobre uns olhos que se perdem no horizonte.....ah! a amizade......que privilégio que a vida nos oferece...assim.....sem mais.......
sexta-feira, março 21, 2008
sábado, março 15, 2008
segunda-feira, março 10, 2008
coral mille voice
Não negues, confessa
Que tens certa pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena.
Pois eu não gostava,
Parece-me a mim.
De ver o teu rosto
Da cor do jasmim.
Eu não… mas enfim
É fraca a razão,
Pois pouco te importa
Que eu goste ou não.
Mas olha as violetas
Que, sendo umas pretas,
O cheiro que têm!
Vê lá que seria,
Se Deus as fizesse
Morenas também!
Tu és a mais rara
De todas as rosas!
E as coisas mais raras
São mais preciosas.
Há rosas dobradas
E há-as singelas;
Mas são todas elas
Azuis, amarelas,
De cor de açucenas,
De muita outra cor;
Mas, rosas morenas,
Só tu, linda flor.
E olha que foram
Morenas e bem
As moças mais lindas
De Jerusalém.
E a Virgem Maria
Não sei… mas seria
Morena também.
Moreno era Cristo
Vê lá depois disto
Se ainda tens pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena!
Guerra Junqueiro
1850 – 1923
In "As musas em férias"

